segunda-feira, 26 de junho de 2017

O Anticristo marcha (2/3)

A aliança entre a Maçonaria e o Comunismo.
Bruno Braga.

Material para estudo [1].



I. O objetivo da Maçonaria organizada: neutralizar e "instrumentalizar" a Igreja Católica.

Como vimos quanto ao exemplo de Portugal em 1917, as forças da Maçonaria (e os seus aliados comunistas) conspiraram para impedir que a Mensagem de Fátima acabasse de se cumprir em Portugal. Insinuou-se que a Mensagem era uma fraude ou uma ilusão infantil; os próprios videntes foram perseguidos e até ameaçados de morte. Tal era o ódio destas forças contra a Igreja Católica e a Virgem Mãe de Deus.

O mesmo sucede com estas forças que hoje estão à solta por todo o Mundo. Não é preciso descer aos devaneios das teorias de conspiração para saber que, até 1960, os Papas escreveram mais condenações e avisos sobre os manejos dos maçons e dos comunistas contra a Igreja do que sobre qualquer outro tema na História da Igreja.

Sobre este ponto, não podemos deixar de considerar a infame "Permanent Instuction of The Alta Vendita", um documento maçônico que delineava todo um plano para infiltrar o corromper a Igreja Católica no século XX. Apesar de estar na moda, desde o Concílio Vaticano II, ridicularizar a existência de uma tal conspiração, deve notar-se que os papéis secretos da Alta Vendita (uma sociedade secreta italiana), entre os quais a "Permanent Instruction", caíram nas mãos do Papa Gregório XVI. A "Permanent Instruction" foi publicada a pedido do bem-aventurado Papa Pio IX pelo Cardeal Crétineau-Joly no seu livro "The Roman Church and Revolution". Pelo seu Breve de aprovação, datado de 25 de fevereiro de 1861 e endereçado ao autor, o Papa Pio IX garantiu a autenticidade da "Permanent Instruction e dos outros documentos maçônicos", mas não permitiu que se divulgassem os nomes verdadeiros dos membros da Alta Vendita mencionados nos documentos (A meu ver, erraram. Assim procedendo, ajudaram a escondê-los. Por quê?!). O Papa Leão XIII também pediu a sua publicação. Ambos os Papas atuaram, certamente, para evitar que se concretizasse uma tal tragédia, que estes grandes Pontífices sabiam que estava longe de ser impossível. (O Papa Pio XII também o sabia, como podemos inferir dos comentários proféticos que fez quando ainda era Secretário de Estado do Vaticano).

O texto completo da "Permanent Instruction" também se encontra no livro de Monsenhor George E. Dillon, "Grand Orient Freemasonry Unmasked". Quando deram um exemplar do livro de Monsenhor Dillon ao Papa Leão XIII, este ficou tão impressionado que encomendou que se fizesse uma edição italiana, para por sua conta.

A Alta Vendita era a loja mais categorizada dos Carbonários, uma sociedade secreta italiana ligada à Maçonaria e que, juntamente com esta, foi condenada pela Igreja Católica. O respeitável historiador católico Padre E. Cahill, S.J., que não pode ser considerado como um "maníaco das conspirações", escreveu no seu livro "Freemasonry and the Anti-Christian Movement", que a alta vendita "era geralmente considerada na altura como o centro governativo da maçonaria europeia". Os Carbonários estiveram especialmente ativos na Itália e na França (e em Portugal, sobretudo de 1910 a 1926).

No seu livro "Athanasius and the Church of Our Time" (1974), o Bispo Rudolph Graber, autoridade objectiva e irrepreensível que escreveu depois do Concílio Vaticano II, citou um Maçom ilustre que declarou que "o objetivo (da Maçonaria) já não é a desgruição da Igreja, mas utilizá-la através da infiltração". Por outras palavras, como a Maçonaria não pode obliterar completamente a Igreja de Cristo, tanciona não só extirpar a influência do Catolicismo na sociedade, como também  usar a estrutura da Igreja como instrumento de "renovação", "progresso" e "iluminação" - isto é, como um meio de levar a cabo muitos dos princípios e objetivos maçônicos.

Ao discutir a visão maçônica da sociedade e do Mundo, o Bispo Graber introduz o conceito de sinarquia: "O que agora enfrentamos é a súmula das forças secretas de todas as 'ordens' e escolas, que se uniram para formar um governo mundial invisível. Num sentido político, a sinarquia pretende integrar todas as forças da finança e da sociedade que o governo mundial, naturalmente sob chefia socialista [comunista], tem que apoiar e promover. O Catolicismo, como todas as religiões, seria consequentemente absorvido num sincretismo universal. Não só seria suprimido como, pelo contrário, seria integrado, uma tática que já está em andamento segundo o princípio da fraternidade entre clérigos (das várias religiões)."A estratégia delineada pela "Permanent Instruction" para atingir este objectivo é espantosa pela sua audácia e astúcia. O documento refere-se, desde o princípio, a um processo que levará décadas a cumprir. Os autores do documento sabiam que não viveriam para assistir ao seu triunfo. Estavam, sim, a inaugurar uma obra que seria retomada por gerações sucessivas de iniciados. Como diz a "Permanent Instruction": "nas nossas fileiras o soldado morre mas a luta continua."

"Permanent Instruction" propunha a disseminação das ideias e axiomas liberais [1] pela sociedade e [2] dentro das instituições da Igreja Católica, de tal modo que os leigos, seminaristas, clérigos e prelados seriam gradualmente, e ao longo dos anos, imbuídos de princípios progressistas. Esta nova mentalidade viria eventualmente a ser tão difusa que seriam ordenados Padres, sagrados Bispos e nomeados Cardeais indivíduos cujo pensamento estaria em harmonia com as ideias modernas baseadas nos "Princípios de 1789" (isto é, os princípios da Maçonaria, que inspirou a Revolução Francesa) - ou seja: o pluralismo, a igualdade de todas as religiões, a separação da Igreja e do Estado, a liberdade de expressão sem restrições, e assim por diante.

Chegar-se-ia por fim a eleger um Papa vindo destes meios, que levaria a Igreja pelo caminho da "iluminação e renovação". Note-se, desde já, que não estava nos seus planos colocar uma maçom na cadeira de S. Pedro. O seu objetivo era criar as condições que acabariam por produzir um Papa e uma hierarquia conquistados pelas ideias do catolicismo liberal, "ao mesmo tempo que se consideravam católicos fiéis."

Estes dirigentes católicos liberalizados deixariam de se opor às ideias modernas da Revolução (ao contrário dos Papas de 1789 a 1958, que condenaram de forma unânime estes princípios liberais), mas, pelo contrário, amalgamá-los-iam à Igreja ou "batizá-los-iam" para os colocarem dentro da Igreja. O resultado final seria um clero e um laicado católicos que marchariam soba a bandeira da "iluminação", pensando ao mesmo tempo estarem a marchar sob a bandeira das chaves apostólicas.

Certamente com a "Permanent Instruction" no pensamento, o Papa Leão XIII em "Humanum Genus" exortou os dirigentes católicos: "arrancai à Maçonaria a máscara com que ela se cobre, e fazei-a ver tal qual é". A publicação destes documentos da Alta Vendita era um meio de "arrancar a máscara".

Para que não se diga que nós interpretamos mal a "Permanent Instruction", vamos agora citá-la extensamente. O que se segue não é a "Instruction" completa, mas a seção mais relevante como prova. Lê-se no documento:

O Papa, qualquer que ele seja, não virá às sociedades secretas; compete às sociedades secretas dar o primeiro passo em direção à Igreja, para conquistar ambos. 

A tarefa que vamos empreender não é trabalho de um dia, ou de um mês, ou de um ano; pode durar vários anos, talvez um século; mas nas nossas fileiras o soldado morre e a luta continua.

Não tencionamos atrair os Papas à nossa causa, fazê-los neófitos dos nossos princípios, propagadores das nossas ideias. Isso seria um sonho ridículo; e se acontecesse que Cardeais ou prelados, por exemplo, quer por sua livre vontade ou de surpresa, entrassem em parte dos nossos segredos, isso não seria de modo nenhum um incentivo para desejar a sua elevação à Cadeira de Pedro. Essa elevação arruinar-nos-ia. Só a sua ambição levá-los-ia à apostasia, e as necessidades do poder forçá-los-iam a sacrificar-nos. O que devemos desejar, o que devemos procurar e esperar, tal como os judeus esperam pelo messias, é um Papa conforme às nossas necessidade (...)

Com isto marcharemos com mais segurança para o assalto à Igreja do que com panfletos dos nossos irmãos em França e até do que com o ouro da Inglaterra. Quereis saber a razão? É que com isto, para despedaçar a grande rocha em que Deus erigiu a Sua Igreja, já não precisamos de vinagre anibaliano, ou de pólvora, ou mesmo das nossas armas. Temos o dedo mínimo do sucessor de Pedro comprometido nesta empresa, e este dedinho vale tanto, para esta cruzada, como todos os Urbanos II e todos os São Bernardos da Cristandade.

Não temos dúvidas de que chegaremos a este fim supremo dos nossos esforços. Mas quando? Mas como? O desconhecido ainda não foi revelado. Contudo, visto que nada nos irá desviar do plano estabelecido e, pelo contrário, tudo tenderá para ele, como se já amanhã o trabalho que mal foi esboçado fosse coroado de sucesso, desejamos, nesta Instrução, que se manterá secreta para os simples iniciados, dar aos dignitários na chefia da Suprema Vendita alguns conselhos em forma de instrução ou memorando, conselhos esses que eles deverão imbuir em todos os irmãos (...)

Ora bem, para assegurarmos um Papa com as características desejadas, é preciso, em primeiro lugar, medela-lo (...) (e,) para este Papa, uma geração digna do reinado que sonhamos. Pode de parte os velhos e os de idade madura; dedicai-vos aos jovens e, sendo possível, até às crianças (...) conseguireis sem grande custo uma reputação de bons católicos e de puros patriotas. 

Esta reputação dará acesso à nossa doutrina entre os jovens Clérigos, assim como entrará profundamente nos mosteiros. Em poucos anos, pela força das coisas, este jovem Clero terá ascendido a todas as funções; formará o conselho do Sumo Pontífice, será chamado a escolher o novo Pontífice que há de reinar. E este Pontífice, tal como a maioria dos seus contemporâneos, estará necessariamente mais ou menos imbuído dos princípios italianos e humanitários que vamos começar a pôr em circulação. É um grãozinho de mostarda preta que vamos confiar à terra; mas o sol da justiça desenvolvê-lo-á ao mais alto poder, e vereis um dia que rica colheita esta sementinha produzirá.

No caminho que estamos a traçar para os nossos irmãos, há muitos grandes obstáculos a conquistar, dificuldades de mais do que um gênero para dominar. Eles triunfarão sobre aqueles pela experiência e pela clarividência; mas o objetivo é de tal esplendor que é importante abrir todas as velas ao vento para o alcançar. Se quereis revolucionar a Itália, procurai o Papa cujo retrato acabamos de esboçar. Se quereis estabelecer o reino dos escolhidos no Trono da Prostituta da Babilônia, fazei com que o Clero marche sob a vossa bandeira, enquanto acredita que está a marchar sob a bandeira das Chaves Apostólicas. Se quereis fazer desaparecer o último vestígio dos tiranos e opressores, deitais as vossas redes como Simão Bar-Jona; deitai-as nas sacristias, nos seminários e nos mosteiros em vez de as deitardes no fundo do mar; e, se não vos apressardes, prometemo-vos uma pescaria mais miraculosa que a dele. O pescador de peixes tornou-se pescador de homens; colocareis amigos à volta da Cadeira Apostólica. Tereis pregado uma revolução de tiara e de capa, marchando com a Cruz e o Estandarte; uma revolução que só precisará de ser um pouco instigada para incendiar os quatro cantos do mundo. 

II. A aliança entre a Maçonaria e o Comunismo.

Note-se que, ao combater por estes objetivos, os maçons eram camaradas de luta dos comunistas, que conspiravam com eles para derrubar a Igreja e o Estado. Como o Papa Leão XIII observou na "Humanum Genus" (1884), a sua encíclica monumental sobre a ameaça que representavam as sociedades maçônicas:

"Sim, esta mudança, esta subversão, é planeada deliberadamente e apresentada por muitas associações de comunistas e socialistas; e estas manobras a seita dos maçons não é hostil, mas, pelo contrário, favorece muito os seus desígnios, e partilha com elas as suas opiniões principais".

Como viemos a saber de numerosas testemunhas independentes, a infiltração comunista da Igreja começou cedo, na década de 1930. O próprio Lênin (fundador do Comunismo russo) declarou nos anos 20 que infiltraria a Igreja Católica, particularmente o Vaticano. A evidência histórica quanto a isto foi recentemente sumarizada no venerável periódico "Christian Order":

Douglas Hyde, ex-comunista e célebre convertido, revelou há muito tempo que nos anos 30 as chefias comunistas enviaram uma diretiva à escala mundial sobre a infiltração da Igreja Católica. E no início da década de 50, a Sra. Bella Dodd também deu informações pormenorizadas sobre a subversão comunista da Igreja. Falando como antiga funcionária de destaque do Partido Comunista Americano, a Sra. Dodd disse: "Nos anos 30 pusemos mil e cem homens no sacerdócio para destruir a Igreja a partir do seu interior". A ideia era que estes homens se ordenassem e subissem até ocupar posições de influência e autoridade como Monsenhores e Bispos. Uma dúzia de anos antes do Vaticano II, ela declarou o seguinte: "Neste momento estão nos cargos mais altos da Igreja" - onde estavam a trabalhar para conseguir mudanças que enfraquecessem a eficácia da Igreja na sua luta contra o Comunismo. Acrescentou que estas mudanças seriam tão drásticas que "não reconhecerão a Igreja Católica".

Como sublinhou a "Christian Order", a existência de uma conspiração comunista para infiltrar a Igreja foi abundantemente confirmada, não só pelos antigos comunistas Bella Dodd [2] e Douglas Hyde, mas também por desertores soviéticos:

O antigo oficial da KGB Anatoliy Golitsyn, que desertou em 1961 e em 1984 previu com 94% de precisão todos os espantosos acontecimentos ocorridos no Bloco Comunista desde aquela altura, confirmou há vários anos que esta "penetração da Igreja Católica, assim  como de outras igrejas, faz parte da 'linha geral' (isto é, da política imutável) do Partido na luta anti-religiosa". De fato, centenas de documentos passados para o Ocidente pelo antigo arquivista da KGB Vassili Mitrokhin, e publicados em 1999, dizem o mesmo sobre o facto de a KGB cultivar as relações mais cordiais com os católicos "progressistas" e financiar as suas atividades. Um dos órgãos esquerdistas identificados foi a pequena agência de imprensa católica italiana "Adista" que, ao longo de décadas, promoveu todas as causas ou "reformas" post-conciliares imagináveis, e cujo Diretor foi nomeado no "Arquivo Mitrokhin" como um agente assalariado da KGB [3].

A Sra. Dodd, que se converteu à Fé pouco antes de morrer, era assessora jurídica do Partido Comunista dos Estados Unidos. Prestou um depoimento volumoso sobre a infiltração comunista na Igreja e no Estado perante a Comissão Parlamentar de Atividades Anti-Americanas nos anos 50. Como se quisesse penitenciar-se pelo seu papel na subversão da Igreja, a Sra. Dodd fez uma série de conferências na Universidade Fordham e noutros locais durante os anos que precederam o Vaticano II. A "Christian Order" recorda o testemunho de um frade que assistiu a uma dessas conferências no início da década de 50:

Ouvi aquela mulher durante quatro horas e ela pôs-me os cabelos em pé. Tudo o que ela disse cumpriu-se à letra. Pensar-se-ia que ela era a maior profetisa do Mundo, mas ela não era profetisa. Estava apenas a expor, passo a passo, o plano de combate da subversão comunista da Igreja Católica. Ela explicou que, de todas as religiões do mundo, a Igreja Católica era a única temida pelos comunistas, porque era o seu único adversário eficaz. "A ideia geral era destruir, [1] não a Igreja como instituição, mas [2] antes a Fé do povo, e [3] usar mesmo a instituição da Igreja, se possível, para destruir a Fé por meio da promoção de uma pseudo-religião, qualquer coisa parecida com o Catolicismo mas que não era a autêntica doutrina". Logo que a Fé fosse destruída - explicou ela "introduzir-se-ia na Igreja um complexo de culpa". (...) Para classificar a "Igreja do passado" como opressiva, autoritária, cheia de preconceitos, arrogante ao afirmar-se como única possuidora da verdade (Discurso comprado também pelos ateus, evangélicos, pagãos, wiccanos, democratas ...), responsável pelas divisões das comunidades religiosas através dos séculos. Isto seria necessário para que os responsáveis da Igreja, envergonhados, adotassem uma "abertura ao mundo" e uma "atitude mais flexível para com todas as religiões e filosofias". Os comunistas explorariam então esta abertura para enfraquecer insidiosamente a Igreja. (Para tal, antes implementaram a "ditadura da tolerância" para que a Igreja e seus fiéis baixassem a guarda, não se defendessem.)

REFERÊNCIAS:

[1]. Os textos [I] e [I] foram extraídos do livro "O Derradeiro Combate do Demônio", compilado e editado pelo padre Paul Kramer. The Missionary Association: Buffalo, New York, 2003 (Edição impressa portuguesa). O texto [I] consta nas pp. 34-38 e o [II] nas pp. 43-44. Os destaques, as observações entre colchetes e as referências são minhas.
[2]. Sobre o testemunho de Bella Dodd, leia: "A exposição do Comunismo de Bella Dodd", Henry Makow. Trad. Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/06/exposicao-do-comunismo-de-bella-dodd.html]; "School of Darkness: Escola da Escuridão", Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2012/10/school-of-darkness-escola-da-escuridao.html].
[3]. Dos desertores soviéticos, o depoimento de Ion Mihai Pacepa é importantíssimo. O graduado oficial do serviço de inteligência da Romênia comunista mostra como a KGB criou a Teologia da Libertação para infiltrar-se dentro da Igreja Católica e instrumentalizá-la sobretudo na América Latina. Leia: PACEPA, Ion Mihai. "A KGB criou a Teologia da Libertação" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/01/a-kgb-criou-teologia-da-libertacao.html]. Tradução do Capítulo "Liberation Theology" (15), que é parte do livro "Disinformation": former spy chief reveals secret strategis for undermining freedom, attacking religion, and promoting terrorism" (WND Books: Washington, 2013); "As raízes secretas da teologia da libertação". Trad. Ricardo R. Hashimoto. Mídia Sem Máscara, 11 de maio de 2015 [http://www.midiasemmascara.org/artigos/desinformacao/15820-2015-05-11-05-32-01.html]; "A Cruzada religiosa do Kremlin". Trad. Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/04/a-cruzada-religiosa-do-kremlin.html]; "Ex-espião da União Soviética: Nós criamos a Teologia da Libertação", ACIDigital, 11 de Maio de 2015 [http://www.acidigital.com/noticias/ex-espiao-da-uniao-sovietica-nos-criamos-a-teologia-da-libertacao-28919/].

ARTIGOS RECOMENDADOS:

BRAGA, Bruno. "Para além das aparências" [http://b-braga.blogspot.com.br/2015/03/para-alem-das-aparencias.html].

Departamento de Estado dos Estados Unidos. Washington. D.C. "Ações ativas soviéticas: The Christian Peace Conference".  Trad. Bruno Braga. [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/07/christian-peace-conference-disseminacao.html].

NORRIS, Brian. "Crítica do "Christian Peace Conference". Trad. Bruno Braga [http://b-braga.blogspot.com.br/2013/07/critica-do-christian-peace-conference.html].

Fonte: http://b-braga.blogspot.com.br/2016/05/a-alianca-entre-maconaria-e-o-comunismo.html

Leia também "O Anticristo marcha (1/3)":
http://desatracado.blogspot.com/2017/06/o-anticristo-marcha-13.html

"O Anticristo marcha (3/3)":
https://desatracado.blogspot.com.br/2017/06/o-anticristo-marcha-33.html

Abraços

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